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"Todos sabemos que cada dia que nasce é o primeiro para uns e será o último para outros e que, para a maioria, é so um dia mais."
José Saramago

terça-feira, junho 26, 2007


Abriu os olhos, olhar ensonado...
Rastejou para fora da cama, a passos trocados...
Partiu!

A porta ficou aberta,
A alma ia deserta,
Partiu!

Nada comeu,
Nada bebeu,
Nada preparou,
Nem de roupa trocou...
Partiu!

Passeou-se pela aldeia,
Deu por lá volta e meia...
E partiu!

Lá ninguém o encontrou,
Por nenhum café ele parou...
Acordou, passeou e
Partiu!

A sua amante era a poesia,
Era cego e alegre, o senhor,
E na bengala escrevia
Longas cartas de amor!

Mas partiu...



Sonhamos tanto e tanto...
Por vezes pensamos que não, que temos plena consciência da realidade!
E nesses momentos não é o sonho que comanda a vida, mas sim o seu oposto. Talvez este senhor se chame Sonho!
Talvez esteja este senhor poeta, alegre e cego guardado em todos nós...
Gosto de acreditar que sim!

...ente


Era uma ilha deserta…
Nela morava o vazio…
Era uma ilha pequena
Cujos habitantes morriam de frio…

A mente do Senhor Clemente
Era uma ilha deserta
Cujo habitante
Neurónio
- O único que lá cabia -
Tinha neurónios desertos
E nem sabia…

Era uma mente deserta,
Povoada de ar e vento
E estava deserta
Para ser
Grande mente por um momento

Desejou tanto, tanto, tanto
Que, com muito espanto

A mente
Do nosso amigo demente
Do tal Senhor Clemente
De repente
Tornou-se inteligente!

O Senhor Clemente
O ex senhor demente
Actual Senhor Inteligente
Passou a ser povoada…

Eram tantos os neurónios
Todos muito sábios
Que a ilha deserta
Que agora foi descoberta
Tornou-se um sítio belo

O senhor Clemente
Construiu um castelo!

E tu, que esperas?
:)

(A mari na “ressaca” dos exames lol)

sexta-feira, junho 22, 2007

"Vidaeologia"

Pedro Paixão escreveu, algures, esta frase:
“A biologia é uma ciência quase exacta e a natureza tem a inteligência das pedras.”

Talvez seja a História uma ciência exactamente exacta e tenham os factos escritos e falados a verdade inteligente de quem os viveu.
Assim o espero…
Fazer História de uma história que não aconteceu seria o mesmo que querer navegar em mares de pedra ou pensar sentimentos em vez de os sentir.

Esta é a minha natureza e a minha ciência…
Sou natural do Mundo e a minha localidade é a Terra.
O meu pai é o Sol, a minha mãe a Lua!
Vim parar ao 3º Calhau a contar do Sol, creio que só mesmo por acaso.
Tenho vários irmãozinhos espalhados pelos restantes planetas!

Mas gosto de morar aqui!

Tenho na minha essência a consciência de estudar uma ciência de vida.
A vida por si só é uma ciência!
Há que saber estudá-la e vivê-la, distinguir os pólos positivos dos negativos, as aversões que temos a determinadas substâncias e aquelas com as quais fazemos óptimas reacções!
Só me admiro como é que ainda ninguém inventou a Vidaeologia ou qualquer coisa que o valha…
Economias e Sociologias para aqui, Histórias para ali, Biologias e Geografias para acolá…
Com tanto que se estuda hoje, que se aprende hoje, que se ensina hoje, não seria mau aprender a viver!



(Esta é a mari crrrrruuuu... e os seus devaneios na pausa do estudo de História do Direito.
É favor dar o devido desconto lol…)

quarta-feira, junho 20, 2007

Hoje sinto a alma

GRAAANNNNDDDE!!

(a disfrutar de um momento de glória...)

domingo, junho 17, 2007

Naufrágio - Parte II

...Continuação...

Não, não era. Deixei-me levar até lá.
Quando chego, para grande espanto meu, deparo-me com uma ilha deserta.
Deserta de pessoas, de animais, de plantas. Enfim, deserta de vida!
Voltei a estar sozinha…
E vou ter que construir um abrigo e vou ter que sobreviver!
Muitas vezes, sentada na areia recordo o tempo em que me perdia no mar, em ti, as aventuras por que passei, as gargalhadas e os sorrisos, a forma aconchegante e terna com que me acolhias…
E tenho vontade de voltar a perder-me, de voltar a sentir que me pertences, por muito pouco que possa ser.
Às vezes ainda vou molhar os pés…
Logo a seguir, uma parte de mim que não sei definir, diz-me que foste tu que me empurraste para esta ilha deserta e, independentemente do motivo, tenho que aceitar e aprender a viver aqui.
Não estou irritada nem magoada… Um pouco triste, confesso… e até surpreendida pela negativa… Esperava mais de ti! Sei que o consegues!
Mas vou ter que deitar mãos à obra, nunca fui de me conformar com coisas que não me façam sentir bem.
Ambiciosa? Talvez, e não deve ser pouco.
Teimosa? Mais ainda!
Vou construir aqui um castelo. Forte e aconchegante!
Se algum dia me bateres à porta, acolher-te-ei com carinho e brindar-te-ei com o melhor vinho!
Agora tenho muito que fazer... Uma ilha inteira para conhecer!!

quarta-feira, junho 13, 2007

Naufrágio - Parte I


Há uns tempos atirei-me de cabeça ao mar…
Embarquei numa aventura, mal sabia o que me esperava.
O meu barco era forte, não temia que algo de errado pudesse acontecer.
Provavelmente a minha impulsividade também tomou parte da decisão.
Atirei-me e lá fui eu… Sem arrependimentos, claro!
A certa altura dou por mim perdida… no mar, no teu mar, em ti!
O barco forte onde ia afundou e apenas tive tempo de pegar no barco de emergência (se é que é este o nome devido).
Este novo barco é a remos, mas não me deixo intimidar!
Perdi-me no mar…
Tu não deixavas que o vento soprasse nem sequer agitavas minimamente as águas.
Até a lua e o sol pareciam gozar comigo e não querer que encontrasse um caminho.
Como que a dizer que era ali que deveria permanecer…
A certa altura, lanço ao teu mar umas pedras que estavam perdidas no barco onde me encontrava, na esperança de baterem nas profundezas e criarem alguma reacção.
Tentei e tentei até que consegui umas pequenas ondas…
E… Terra á vista?! Será miragem?
Continua...

quinta-feira, junho 07, 2007

Cansada... Pequenina e frágil...

Em pequenos sobressaltos, volto a pousar a cabeça na nuvem mais próxima.
Não poderá ser por muito tempo, visto este (tempo) ser o bem mais escasso de todos, neste momento.
Estou cansada…
Cansada de errar, cansada de perder.
Cansada de estudar…
Cansada de nunca mais acertar.
Cansada de lutar e não vencer.
Cansada de mim própria.
Deste orgulho e desta coragem que de muito pouco me têm servido.
Pouso a cabeça nesta nuvem macia, que se calhar nem mereço…
Mas preciso.
Meia hora deve ser suficiente…
Acordem-me, entretanto.

Ouço “Paciência”, de Mafalda Veiga e João Pedro Pais que diz que
“Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma… eu sei… a vida não pára, não…”
E identifico-me…


E sinto-me assim
Pequenina e frágil…

quarta-feira, junho 06, 2007

Errata

Como devem ter percebido (ou, pelos vistos, não) no post anterior a minha intenção seria deixar-vos saudações académicas e não acadámicas...
Azares da vidinha!
:)

terça-feira, junho 05, 2007

A tal...

E um exame já está feito... Calma, foi só o primeiro e nada está decidido!
Ainda nem sei o resultado...

Aiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!

Esta moça” que apresento ao lado é aquela... a tal! De muitas emoções...
"ELA é a Academia, o lugar dos saberes e das experiências, dos conhecimentos e das grandes aflições."
Mas calma, a mocinha não se dá assim com facilidade.
É preciso saber levá-la com serenidade e um sorriso. E confesso que há alturas em que nem eu própria tenho essa capacidade!

Desta vez deixo-vos saudações acadámicas! :)

sábado, junho 02, 2007

Ser criança... Sempre?


Ontem foi o Dia da Criança! Dia de magia, dia de esperança!
Ontem até a lua estava quase cheia… talvez estivesse satisfeita por ver os adultos a sorrir com um carinho especial aos filhos…
Ontem cada um de nós voltou a ser pequenino! Pois, porque para mim aquele dia não significa apenas tratar bem as criancinhas… significa, também, trazer à superfície – pelo menos por breves instantes – a criança que existe em cada um, que muitos teimam em esconder!
Ontem foi dia de esperança!
Na rua ia-se ouvindo “quem me dera ser outra vez pequenino…”


As crianças insistem em crescer mas…
que bom ser pequenino mesmo!
Olhar o mundo com olhos esbugalhados de espanto;
ver em cada gesto a melhor atitude do mundo;
acreditar que cada sorriso alheio é dado com o mesmo significado que o dá uma criança quando recebe uma guloseima.

Se todos nós somos mais felizes por sermos um bocadinho crianças, porque não nos sentimos um bocadinho crianças nos outros dias do ano?
Porque não tornar todos os dias em dias da criança, em dias da esperança?

Bom fim-de-semana!

quarta-feira, maio 30, 2007

Vagabundear

Sou um jovem vagabundo
Sem local para habitar
Filho da vida, filho do mundo,
Com histórias incríveis p’ra contar.

Nasci em família
Mas muito cedo rejeitado
Agora vou por aí,
Sou mais um desalojado…

A rua é a minha casa,
Os cobertores, a mobília
E os “amigos de caixote”
Formam a minha família.

Jovem simples e dedicado,
A minha auto-caracterização.
Durmo em local desabrigado…
Dás-me um pouco de pão?

(…)

Uma síntese da vida
Um pedaço de horror
Uma mágoa sentida
Um alguidar com muita dor!

Este poema foi escrito por mim a 21 de Janeiro de 2003

__________________________

Hoje sinto-me assim… a vagabundear pela vida…
Mas existe-me nos lábios um semi-sorriso dado a medo.
Quero confiar em mim… Espero encontrar em breve um abrigo!

domingo, maio 27, 2007

Tempo de estudar muuiiittoooooo

Agora é tempo de estudar... Mais que muito! Mais do que o esperado! Mais do que o apetecível! Mais! Muito mais!
É tempo de estudar! Tempo de não pensar e não sentir! Tempo de não desejar e não querer!
Apenas tempo de estudar... de conseguir (será?)!
Dois meses de exames e provas orais. Dois meses de nervos em franja! Dois meses de franjas de nervos! Dois meses de decisão! Dois meses de cansaço, de exaustão!

Porque tudo à nossa volta é questionável.
Porque nada é certo nem seguro...
Porque as incertezas são uma constante!
Porque os instantes existem!


Estarei por perto e espero continuar a lançar sopros de palavras!
Este Castelo já não é meu, é uma parte de mim...

segunda-feira, maio 21, 2007

caminho VIVER

Nasci. Chorei. Sorri. Adormeci. Gritei. GRITEI-ME. Acordei. Naveguei. Encontrei-me. Encontrei-me perdida. Perdi-me. Perdi. Parti. Venci. Voltei. Ousei. Abusei. Tremi. Fiz tremer. Quebrei. Saí de pista. Saí. Fui. Parti. Voltei. Voei. Aterrei. Sorri. Chorei. Rasguei. Colei. Escrevi. Apaguei. Voltei a escrever. Lápis. Caneta. Tinteiro. Universo. Fui. Manhã solarenga. Tarde de nevoeiro. Orgulho. Prazer. Paixão. Chama. Onda. Velejar. Correr. Andar em frente. Retroceder.

Porque nunca sei o caminho…
Porque há caminhos que não temos que percorrer...
Porque o caminho chama-se VIVER!

quinta-feira, maio 17, 2007

Hoje apresento-me à Lua


Hoje apresento-me à Lua…
- Sou a Mari, sua fiel admiradora!
Peço-lhe um refúgio, uma parte sua.
Nada mais anseio, pois o que trago é muito pouco:
Uma mão cheia de cansaço, outra de um orgulho louco que se vai aglutinando em si e a mim…
Mas não preciso de dó!
Se procurar no bolso coração ou nos bolsos da alma, creio que ainda consigo encontrar uma réstia de Esperança em algo indefinidamente salutar, ou uma porção de Realismo, que me demonstra que o mundo é lindo e que o Sol também para mim pode brilhar!
Só quero um lugar tranquilo onde possa pousar tudo isto, esquecer-me do mundo e de mim, abraçar o nada… e meditar um pouco.
Custa-me chorar.
- Senhora Lua, sou a Mari, que sente sem lacrimejar.
Apenas quero olhar o mundo do alto, distanciar-me da confusão e da angústia…
Para então voltar à Terra e solucionar os problemas existenciais!
Hoje apresento-me à Lua!
- Sou a Mari, nada mais.

Amanhã regressarei sorridente à Terra!
(e à guerra) …

Obrigado, Senhora Lua, sempre aconchegante!
Voltarei!
- Eu, Mari Crrrrruuuu, desassossegada incessante!

sexta-feira, maio 11, 2007

Hoje deixo que o vento me sopre

Sem sobressaltos deito a minha cabeça numa nuvem de ternas fantasias, estico o corpo e deixo que o vento me sopre a mim e aos meus sentidos...
Costumo soprar palavras ao vento; hoje deixo que o vento me sopre a mim.
As palavras existem sempre, mesmo lançadas discretamente.
Deixo-me abalar para a terra do nunca ou para a terra do sempre ou do que quiserem denominar-lhe...
A mim importa o que sinto, pode até nem ter nome algum!
Mas vou deixar-me levar...
Embarcar no mundo da imaginação sempre ajuda a combater o stress que, efectivamente, se vai apoderando de mim.
Uns minutos são suficientes!
Aprendi que tempo não é dinheiro; é muito mais, é vida!
E este tempo, embora no relógio seja igual para todos, revela-se muito discrepante na vida de cada um!

Bom fim-de-semana!

quarta-feira, maio 09, 2007

Mana, mais um sopro para ti!

Hoje apetece-me falar-te a ti!

Tudo isto não passa de um sopro de palavras que nem palpáveis são, bem sei, mas espero que te sirvam de aconchego, visto eu não poder sê-lo pessoalmente.
Sabes, parece que as coisas más teimam sempre em aparecer todas ao mesmo tempo e o pior é que nunca avisam.
A realidade é que nestas alturas nem cabeça temos para reparar no sem número de coisas boas que nos rodeiam; os conflitos e as confusões persistem em não nos deixar olhar para mais lado nenhum.
Mas existem motivos para sorrir!
Queres um exemplo muito pessoal?
Se eu estou dois dias sem falar contigo estranho e sinto saudades; parece que me falta qualquer coisa! Isto pode parecer muito mau mas, na verdade, é bom! Só porque tu estás presente na minha vida e nunca deixas que me esqueça disso!
Habituaste-me mal …lol…
Da mesma forma, existem, certamente, na tua vida pessoas, lugares e situações que te ensinaram que nunca estás só. Um exemplo são os meus sobrinhos lindos!
E se nada mais fizer sentido, agarra-te a eles como a um cais de pedra!
…e conta sempre ‘ca malta’…
Eu sei que falar é sempre muito fácil, mas eu defendo que nunca é tarde para sorrir e ser feliz…

Deixo uma frase para reflectir:
“O destino baralha as cartas mas somos nós que as jogamos!”

E o limite é o céu wwweeeeee!!

domingo, maio 06, 2007


Hoje é noite de lua cheia...
Dia do uivo do lobo...
Algo acontecerá, é quase certo...
Hoje unir-se-ão os corpos, as almas... neste mundo e no outro...
Hoje partiremos até à lua... ou até ao novo planeta que foi descoberto...
O qual não conheço, nem cujo nome me recordo...
Não interessa agora!
Curiosidade? Muita!
Desejo?
Ou será saudade?
Saudade de nós... pois há muito que não te vejo...
Curiosidade do planeta...
Desejo de ti, de um nosso beijo...

Mas hoje é noite de lua cheia...
De imensa magia...

E amanha?
De que será o dia?


Feliz Dia da Mãe!

sábado, maio 05, 2007


Acordou!
Foi à rua e viu o sol...
Pegou numa peça de fruta e saiu...
Foi a toda a velocidade, sem pressa de chegar.

Seria aquele o primeiro dia quente do ano e não o queria desperdiçar...

E lá foi...

A caminho de sabe-se lá onde
No qual mora coisa nenhuma

Foi apenas...

Teria o dia inteiro
E aquele seria todo seu!



Bom fim-de-semana! :)

terça-feira, maio 01, 2007

Trabalhadores, artistas do pecado


Hoje somos assim… Despidos de tudo. Nus no mundo! Trabalhadores, artífices do pecado… Da loucura!
Hoje somos assim… Sem nada que não nos denuncie. Sem pena e sem culpa. Tu o medo, eu o orgulho. Será assim?
Nós?
Hoje somos assim! Dois pontos sem nó. Aquele sem número de pontos que não soubemos rematar… Aliás, o remate foi feito, o bonequinho até ficou engraçado, mas demonstrou uma certa falta de jeito para a costura
Apetece-me descoser tudo…
E quem sabe recomeçar… Mas desta vez com atenção, com calma, uma dose de estupidez natural, claro, e rigor na elaboração…
Ou então descoser tudo…
E tentar com outro tipo de matérias, outro tipo de arte…
Quem sabe a pintura… Pintar uma tela, ou até um fresco… Para que seja a obra a denunciar o pecado… E não eu nem tu…
Ou a calcetaria… Uma arte perdida no tempo… Seria essa a que mostraria a todos as estradas das nossas vidas… Ou mostraríamos apenas aquela que todos conhecem mas não querem admitir? A estrada do pecado, da insanidade… Aquela que todos percorrem mas só alguns denunciam…
Ou até a música… E tocaríamos até alcançar o acorde perfeito… Entre o Baixo e a Flauta, ou entre a Viola e o Saxofone… Ou entre um ou outro instrumentos cuja melodia fosse uma espécie de ‘pague um, leve dois'… simples e agradável a quem a ouvisse… Denunciante de quem a tocasse…
Mas hoje somos assim… Só assim…
Trabalhadores, operários, artistas… do nosso próprio pecado…


Bom Feriado :D

domingo, abril 29, 2007

Momentos...

A história foi assim:

O bisk8 encontrou a buhlaxa.
Começaram a falar.
A buhlaxa deixou-se levar pelo sabor (ou pela conversa) do bisk8.
Começaram a encontrar-se; seria aquele o segredo de ambos (visto que o bisk8 tinha uma ‘fofa’).
O bisk8 tinha medo de tudo, desde de ficar intragável até de derreter no leite, de sair do ‘pacote’ e aventurar-se.
Mas a buhlaxa, descontente, pediu certezas, pois não suportava mais tanta indecisão.
O bisk8 seguiu o caminho fácil, que já conhecia.
Preferiu ficar no seu pacote, escondido do mundo exterior.
- que é lindo –
A buhlaxa pegou em todas as suas migalhas e voou com o vento, para longe daquele mundo e daquele bisk8.

Permanecem então algumas questões – típicas:
Terá o bisk8 escolhido o maior amor ou o maior erro da sua vida?
Deverá a buhlaxa lamentar ou agradecer tal decisão?

Nem todas as histórias de amor têm um final feliz, mas como esta não foi uma história de amor – lol – teve o final escolhido pelos seus protagonistas, que não tem que ser obrigatoriamente mau nem obrigatoriamente um final.
Lágrimas? Isso é para os fracos.
Arrependimentos? Isso é para os inconscientes.
Esperança? De quê?
A buhlaxa não espera, vive!

E esta história foi assim criada e sentida, tal e qual, como tantas e tantas outras histórias de vida. A única diferença é que os protagonistas não são pessoas nem animais; apenas um bisk8 e uma buhlaxa… nada mais!
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Há momentos que nos marcam. Momentos loucos… De ternura, paixão, desejo, desgosto, ou simplesmente de loucura.

A nossa própria vida é um momento, repleto de sensações, de recordações, de vivências que a completam e fazem dela algo tão valioso.

Cabe a cada um definir o melhor momento para agir… Desafiar o destino e triunfar!

…e SORRIR! :)