Não, não voltei a naufragar.
Aventurei-me e enfrentei o mar e os medos e todos os tormentos de quem muda vida, na esperança de a melhorar.
Aventurei-me!
Assim como entrei no barco que me levou a naufragar naquela ilha desconhecida e a passar tempos e tempos da minha vida naquele mar, ora mansinho ora catastrófico, senti necessidade de me aventurar numa jangada improvisada e abandoná-lo.
Estava a sufocar.
Não foi fácil!
Temia continuar perdida e não conseguir encontrar o meu Norte!
Mas a solidão transformou-se numa boa amiga.
Aqueles dias de tormento ajudaram-me a reflectir e tirei algumas conclusões.
Sou mais além de um corpo. Muito mais!
Tenho em mim uma mente poderosa (só não tem quem não a tenta desenvolver, eu creio).
Percebi que o norte posso ser eu, ou sou mesmo!
Na realidade, por vezes ainda sinto aquela brisa. Não guardo rancores e, estranhamente, é com um sorriso que recordo a ilha
e o mar.
Mas não desejo voltar a perder-me por lá!
Posso não saber bem o que quero, mas sei o que não quero.
Encontrei-me aqui e agora e sinto-me bem...
Esta terra é nova, ainda, e tem tanto para eu descobrir!
Temo, claro que temo!
Parece rica e abundante em coisas boas...
Os defeitos existem sempre e estou preparada.
Mas também, que é que perco?
Aventurei-me e enfrentei o mar e os medos e todos os tormentos de quem muda vida, na esperança de a melhorar.
Aventurei-me!
Assim como entrei no barco que me levou a naufragar naquela ilha desconhecida e a passar tempos e tempos da minha vida naquele mar, ora mansinho ora catastrófico, senti necessidade de me aventurar numa jangada improvisada e abandoná-lo.
Estava a sufocar.
Não foi fácil!
Temia continuar perdida e não conseguir encontrar o meu Norte!
Mas a solidão transformou-se numa boa amiga.
Aqueles dias de tormento ajudaram-me a reflectir e tirei algumas conclusões.
Sou mais além de um corpo. Muito mais!
Tenho em mim uma mente poderosa (só não tem quem não a tenta desenvolver, eu creio).
Percebi que o norte posso ser eu, ou sou mesmo!
Na realidade, por vezes ainda sinto aquela brisa. Não guardo rancores e, estranhamente, é com um sorriso que recordo a ilha
Mas não desejo voltar a perder-me por lá!
Posso não saber bem o que quero, mas sei o que não quero.
Encontrei-me aqui e agora e sinto-me bem...
Esta terra é nova, ainda, e tem tanto para eu descobrir!
Temo, claro que temo!
Parece rica e abundante em coisas boas...
Os defeitos existem sempre e estou preparada.
Mas também, que é que perco?
Talvez vá dando seguimento a esta história e o meu Naufrágio não tenha um final.
Talvez tenha apenas um novo título, quiçá...