
A minha vida não tem tectos.
Por isso, fechar-se uma porta ou uma janela não implica a perda da claridade.
Aqui cresço sempre: as escadas vão dar ao infinito e todos os degráus são importantes e, quiçá, únicos.
Quando sinto necessidade de descer – para depois subir com mais vigor – raramente piso o mesmo.
Por isso, fechar-se uma porta ou uma janela não implica a perda da claridade.
Aqui cresço sempre: as escadas vão dar ao infinito e todos os degráus são importantes e, quiçá, únicos.
Quando sinto necessidade de descer – para depois subir com mais vigor – raramente piso o mesmo.
Porque a vida – metaforizada nesta escada – é como um rio que corre, e porque o tempo é como o vento que o sopra sempre em frente, cujo retrocesso implica uma nova tentativa e não a repetição da mesma em eco.