
Escrevo com um lápis pequeno numa folha virtual amarrotada pelo uso, enquanto percorro a cidade.
Não sei em que estado me encontro.
Estupefacientada ou estupefaccionada estou, talvez ainda um pouco.
Passo numa rua velha e olho um vidro de uma casa em ruína.
E reparo… Tens um sorriso mesmo bonito!
- O que é isso?!
Quando me olho vejo o teu sorriso,
quando me toco sinto as tuas mãos, os teus dedos.
Não importa o estado em que me encontro nem o chão que piso.
Levas-me os medos,
trazes-me o que preciso.
(Apenas) estás em mim.
Amor. É isso.
Não sei em que estado me encontro.
Estupefacientada ou estupefaccionada estou, talvez ainda um pouco.
Passo numa rua velha e olho um vidro de uma casa em ruína.
E reparo… Tens um sorriso mesmo bonito!
- O que é isso?!
Quando me olho vejo o teu sorriso,
quando me toco sinto as tuas mãos, os teus dedos.
Não importa o estado em que me encontro nem o chão que piso.
Levas-me os medos,
trazes-me o que preciso.
(Apenas) estás em mim.
Amor. É isso.